Ainda que seja um mercado crescente, o setor de home care enfrenta vários problemas, principalmente, na gestão clínica. Conheça quais são esses problemas e veja como resolvê-los

O mercado de home care está crescendo. Ano após ano, aumenta o número de empresas neste setor. Segundo uma pesquisa encomendada pelo Núcleo Nacional das Empresas de Serviços de Atenção Domiciliar (NEAD), no período de um ano, o número de empresas voltadas para atenção domiciliar, no Brasil, saltou de 411 para 676 empresas. Esse crescimento está atrelado, principalmente, ao envelhecimento da população, ao sucateamento dos serviços públicos de saúde e à busca dos pacientes por um atendimento mais personalizado

Entretanto, mesmo com as perspectivas positivas para a modalidade, empresas de home care têm que enfrentar uma série de dificuldades dentro do setor de saúde. Segundo o Dr. Luís Cláudio Marrochi, presidente do NEAD, ainda há muito desconhecimento por parte da população e dos planos de saúde em relação aos serviços prestados por essas empresas.

“O primeiro problema é a regulamentação do setor, mas isso já está sendo resolvido. Além disso, a sociedade não reconhece tudo o que podemos fazer no home care. Há também nesse sentido barreiras hospitalares. Já para os prestadores de serviços, há o problema da carência de profissionais com habilidades de prestar serviço em atenção domiciliar”, aponta o presidente. 

Gestão de home care: problemas e soluções  

A falta de profissionais qualificados é também um dos principais problemas mencionados por José Amir, gestor da clínica Bem Cuidar, de Patos de Minas (MG). Para ele, além da falta de profissionais, organizar escalas e promover um bom relacionamento entre os técnicos e pacientes é uma dificuldade constante na rotina de uma empresa de home care

“Faltam profissionais de enfermagem qualificados. Além disso, temos que tentar controlar o relacionamento do profissional com o paciente e com os colegas. No home care, os profissionais ficam mais soltos. E isso causa muito problema. Precisamos ter muito controle e atenção com isso”, reflete o gestor. 

Outro problema apontado por José Amir a respeito da gestão de home care é a relação com os planos de saúde. “Os planos de saúde acham que home care veio para ‘quebrar’ com eles. Assim, a gente tem muita dificuldade de explicar que o atendimento em home care é mais barato que o hospital. O plano de saúde deveria entender isso, pois fica mais barato para ele e para os pacientes. E eu fico no meio disso de agradar a família e agradar o plano de saúde”, conta José Amir. 

Para enfrentar esses problemas, o gestor afirma que há duas possibilidades: maturidade e apoio das tecnologias. “A cada dia que passa, a gente está mais maduro e enxerga as resoluções dos problemas de forma mais fácil. Além disso, softwares clínicos, como o da MedYes, têm nos ajudado bastante a lidar com os profissionais, controlar o orçamento e o estoque de medicamentos. Desde que passamos a usar essa tecnologia, há um ano, tudo mudou”, comemora. 

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