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Gestão de Saúde

Enfermagem e Home Care: conheça as vantagens desta relação

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Qual é a primeira profissão que lhe vem à cabeça quando falamos de cuidado com o paciente e atenção à saúde? Possivelmente, você pensou na enfermagem. Historicamente, essa profissão, até então considerada feminina, era tida apenas como um complemento das atividade dos médicos. Mas isso mudou. Atualmente, os profissionais de enfermagem (enfermeiros, técnicos e auxiliares) são peças fundamentais para a área da saúde.

Prova disso, é que, em 2015, uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que pelo menos a metade dos trabalhadores da área de saúde são profissionais de enfermagem. O grande número de pessoas que atuam nesta área pode, portanto, impactar no mercado de trabalho. A impressão é de que há mais profissionais que vagas.

Crescimento do mercado de home care garante mais empregos

O crescimento expressivo de empresas de home care pode ser uma alternativa para este problema. Os serviços de atendimento domiciliar são uma tendência promissora. Além de demandar uma equipe multiprofissional qualificada, o trabalho nas clínicas de home care apresentam benefícios para os profissionais, pacientes e para a própria empresa.

“O crescimento do mercado de home care traz vantagens para o técnico de enfermagem. A começar pela maior disponibilidade de empregos. Além disso, no home care, o profissional tem mais flexibilidade de horário, de local e de salário. Isso porque ele pode controlar o número de plantões que vai estar presente, por exemplo”, afirma Jamile Pedroso Soares, enfermeira e supervisora de enfermagem e gestão de pessoas da Humanize Care.

Técnicos de enfermagem exigem formação adequada

Nas clínicas de home care, os profissionais de enfermagem são responsáveis por auxiliar no tratamento, garantir o conforto do paciente e criar a ambientação ideal para eles. Ao cuidarem de um paciente, os técnicos passam a fazer parte da rotina daquele domicílio. Por isso, é preciso jogo de cintura e formação adequada para esse tipo de atividade.

Jamile Soares ressalta que o mercado de home care exige que o profissional de enfermagem tenha uma formação diferenciada. “Esse tipo de mercado demanda dos profissionais muito mais responsabilidade e comprometimento. É preciso também um bom referencial teórico e uma formação diferenciada. Os cursos de técnicos de enfermagem no Brasil formam profissionais para trabalhar em hospitais. O ideal é que as clínicas ofereçam capacitação para que esses profissionais se tornem aptos a atuarem no home care“, conta Jamile

Vantagens para todos

Os serviços de home care estão conquistando cada vez mais espaços. Com uma equipe adequada, as clínicas são capazes de oferecer um atendimento humanizado, com diminuição dos custos e conforto para os pacientes. Para os profissionais de enfermagem, os benefícios proporcionados pela home care para o paciente impactam também em suas atividades.

Sendo assim Jamile Soares explica que, ao compararmos a rotina em uma empresa de home care com a de um hospital, os técnicos têm muito mais capacidade de garantir um atendimento de qualidade aos pacientes.

“No hospital, o profissional trabalha na lógica de ‘quantidade versus tempo’. Em 12 horas trabalhadas, ele precisa cuidar de uns 15 pacientes. É tudo muito rápido, muito corrido. No domicilio, tem como ele prestar um cuidado mais humano”, finaliza.

E para você? Como você acha que os profissionais de enfermagem podem se beneficiar do mercado de home care? Comente aqui! Fique por dentro do nosso blog para acompanhar as novidades!

Saiba quais são as maiores dificuldades enfrentadas por gestores de Home Care

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Ainda que seja um mercado crescente, o setor de home care enfrenta vários problemas, principalmente, na gestão clínica. Conheça quais são esses problemas e veja como resolvê-los

O mercado de home care está crescendo. Ano após ano, aumenta o número de empresas neste setor. Segundo uma pesquisa encomendada pelo Núcleo Nacional das Empresas de Serviços de Atenção Domiciliar (NEAD), no período de um ano, o número de empresas voltadas para atenção domiciliar, no Brasil, saltou de 411 para 676 empresas. Esse crescimento está atrelado, principalmente, ao envelhecimento da população, ao sucateamento dos serviços públicos de saúde e à busca dos pacientes por um atendimento mais personalizado

Entretanto, mesmo com as perspectivas positivas para a modalidade, empresas de home care têm que enfrentar uma série de dificuldades dentro do setor de saúde. Segundo o Dr. Luís Cláudio Marrochi, presidente do NEAD, ainda há muito desconhecimento por parte da população e dos planos de saúde em relação aos serviços prestados por essas empresas.

“O primeiro problema é a regulamentação do setor, mas isso já está sendo resolvido. Além disso, a sociedade não reconhece tudo o que podemos fazer no home care. Há também nesse sentido barreiras hospitalares. Já para os prestadores de serviços, há o problema da carência de profissionais com habilidades de prestar serviço em atenção domiciliar”, aponta o presidente. 

Gestão de home care: problemas e soluções  

A falta de profissionais qualificados é também um dos principais problemas mencionados por José Amir, gestor da clínica Bem Cuidar, de Patos de Minas (MG). Para ele, além da falta de profissionais, organizar escalas e promover um bom relacionamento entre os técnicos e pacientes é uma dificuldade constante na rotina de uma empresa de home care

“Faltam profissionais de enfermagem qualificados. Além disso, temos que tentar controlar o relacionamento do profissional com o paciente e com os colegas. No home care, os profissionais ficam mais soltos. E isso causa muito problema. Precisamos ter muito controle e atenção com isso”, reflete o gestor. 

Outro problema apontado por José Amir a respeito da gestão de home care é a relação com os planos de saúde. “Os planos de saúde acham que home care veio para ‘quebrar’ com eles. Assim, a gente tem muita dificuldade de explicar que o atendimento em home care é mais barato que o hospital. O plano de saúde deveria entender isso, pois fica mais barato para ele e para os pacientes. E eu fico no meio disso de agradar a família e agradar o plano de saúde”, conta José Amir. 

Para enfrentar esses problemas, o gestor afirma que há duas possibilidades: maturidade e apoio das tecnologias. “A cada dia que passa, a gente está mais maduro e enxerga as resoluções dos problemas de forma mais fácil. Além disso, softwares clínicos, como o da MedYes, têm nos ajudado bastante a lidar com os profissionais, controlar o orçamento e o estoque de medicamentos. Desde que passamos a usar essa tecnologia, há um ano, tudo mudou”, comemora. 

Fique por dentro do nosso blog para acompanhar as novidades e saber mais sobre como CareYes está facilitando a vida de gestores, profissionais de saúde e pacientes de home care.

Número de clínicas de home care triplica no país

Número de clínicas de home care triplica no país

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Demanda crescente da população deve-se a busca de atendimento humanizado, pelo cuidado em casa (desospitalização). Por isso, empresas precisam se profissionalizar

Com o propósito de atender aos pacientes de forma personalizada, as empresas de home care estão ganhando cada vez mais espaços no país. Só nos últimos seis anos, o número de clínicas voltadas para o atendimento domiciliar praticamente triplicou. Isso acontece devido uma demanda crescente da população que, cada vez mais, procuram um atendimento médico mais cuidadoso, onde há proximidade e diálogo constante entre médico e paciente.

A gestão de uma empresa de home care é, contudo, complexa e exige muito dos profissionais encarregados da administração. Normalmente, o gestor precisa elaborar escalas de atendimento dos profissionais, administrar o estoque de medicamentos, gerenciar as finanças, realizar orçamentos e manter o diálogo com o paciente, escutando suas demandas e atendendo suas necessidades.

“O nosso maior problema é a administração dos funcionários. Temos uma rotatividade grande. Também precisamos gerenciar a escala desses profissionais. É preciso ver onde cada um está, conciliar os horários, as férias etc. Outro problema é a administração das questões familiares. A família opina, cada um quer fazer de um jeito. É mais difícil ter esse jogo de cintura. Como temos um contrato com o familiar, temos que obedecer o contratante”, conta Monalisa Cajueiro, gestora da clínica Cuidar em Casa.

Para minimizar esse problema, as empresas tendem a adotar soluções baseadas na tecnologia. O uso de um software clínico voltado para gestão é capaz de auxiliar na gestão de uma empresa de forma efetiva: os processos se tornam automatizados, o que transforma a tomada de decisões em algo mais fácil.

A tecnologia na gestão da clínica

Na busca por atender a essas demandas, empresas diversos utilizam a tecnologia como recurso para melhorar o atendimento em saúde. Exemplo é a MedYes, que desenvolveu o sistema CareYes. Trata-se de um software de gestão que consegue controlar e organizar as atividades dos funcionários, pacientes, estoque de medicamentos e finanças. Os profissionais de saúde e cuidadores, por meio do sistema CareYes, conseguem também acessar dados dos pacientes em acompanhamento. Isso auxilia no entendimento das necessidades de cada um deles, tornando o atendimento ainda mais humanizado.

“O CareYes ajuda demais na estruturação da escala e na administração dos medicamentos. O sistema diminui ou quase exclui um provável erro do cuidador em relação aos medicamentos. O CareYes também permite a redução de papel nos processos. O sistema mobile é a maior novidade. Antes fazíamos tudo em papel e, agora, vamos fazer tudo em aplicativo. Todas as pessoas envolvidas com o paciente ficam sabendo de todas as informações em tempo real. Em breve, vamos nos tornar franqueadores e isso seria praticamente impossível sem esse controle. Inclusive, o sistema nos permite passar a orientação para os franqueados de como administrar o home care. É por isso que a gente conta com o CareYes”, informa Monalisa.

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Comunicação nas unidades de saúde: como a tecnologia pode ajudar neste processo?

Comunicação nas unidades de saúde: como a tecnologia pode ajudar neste processo?

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Em clínicas de home care, a tecnologia é ainda mais essencial para garantir a comunicação remota e preservar dados dos pacientes

Uma unidade de saúde é normalmente constituída por sala de espera, consultórios, cozinha, escritórios, farmácia, sanitários e sala de vacinas, entre outros ambientes. Neles, circulam profissionais de todo o tipo, que vão desde os recepcionistas aos especialistas de saúde. Além, é claro, dos pacientes que são atendidos naquele local.

Em home care e empresas de atenção de saúde domiciliar, há ainda outro fator: o gestor precisa se comunicar com profissionais que não se encontram na unidade. Nestes espaços, a comunicação é o ponto-chave para que o bom funcionamento seja garantido. Mas isso nem sempre acontece.

Geralmente, a comunicação interna em unidades de saúde, tanto as pequenas quanto as grandes, se dá por meio de informes, registrados em papel, que se encontram nos quadros de avisos. Na correria do cotidiano, essas publicações acabam passando despercebidas pelo público que circula naquele local.

Existe um desafio comunicação entre médico e paciente, uma vez que os profissionais de saúde dependem da organização de papéis para manter as informações dos pacientes seguras. Nas empresas de home care, a comunicação fica ainda mais debilitada, pois nem sempre os profissionais estão no mesmo local, o que impede o diálogo cara a cara.

Neste contexto, a tecnologia aparece, mais uma vez, como uma possibilidade para resolução de problemas. Ela é responsável por melhorar a conectividade entre os diferentes profissionais que atuam em uma unidade de saúde.

Com a tecnologia correta, é possível também otimizar o fluxo de informações. Dessa forma, com o uso de softwares e aplicativos, a informação pode ser melhor distribuída e de forma instantânea.

Em clínicas, empresas de home care, hospitais e consultórios, a tecnologia tem papel essencial para garantir a comunicação remota entre profissionais e preservar dados dos pacientes

O investimento em softwares que permitem o registro de informações gerais sobre a unidade de saúde em tempo real apresenta uma série de benefícios. Por meio do uso deste tipo de tecnologia, o gestor é capaz de coordenar funcionários, organizar o estoque de medicamentos e ter informações sobre as finanças da unidade. Para os profissionais de saúde, a escolha correta do software médico permite que os dados dos pacientes sejam acompanhados, o que humaniza o atendimento e evita falhas na comunicação.

As plataformas oferecidas pela MedYes aparecem, hoje, como boas ferramentas para descomplicar a vida de gestores, profissionais de saúde e pacientes. Tanto a plataforma MedYes quanto o sistema CareYes, voltado para empresas de home care, são capazes de melhorar a comunicação, o que é essencial para o funcionamento bem-sucedido dos sistemas de saúde.

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Telemedicina: saiba o que é e por que muitos a consideram polêmica

Telemedicina: saiba o que é e por que muitos a consideram polêmica

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O uso da tecnologia no cotidiano gerou transformações importantes nos processos de comunicação existentes na sociedade. Para a medicina, isso não poderia ser diferente. Ao se tornar médico, o profissional encontra, no mercado, opções de serviços e atendimentos que possuem a tecnologia como elemento central. É nesse contexto que se destaca a chamada telemedicina.

O conceito refere-se a um conjunto de tecnologias, principalmente relacionadas à comunicação, utilizadas para aproximar médicos e pacientes, com o intuito de potencializar o suporte e o repasse de informações. “As atividades de telemedicina são ligadas ao contato de pessoas que não estão fisicamente presenciais. Tais como, teleconsulta médica, teleassistência (médica e paciente) e teleducação, por exemplo”, informa o médico Silvio Benatti.

Os primeiros registros de atividades de telemedicina são da década de 50. Desde então, a técnica se modificou. Se antes os médicos utilizavam apenas a televisão como base tecnológica para contato com pacientes, hoje os computadores, smartphones e tablets também exercem essa função. No Brasil, a telemedicina ficou conhecida nos anos 90, quando a emissão de laudos online tornou-se comum.

Vantagens e perigos da telemedicina

Esse processo avançado de monitoramento de paciente já é utilizado em vários países de forma segura e legalizada, estando de acordo com a legislação e as normas médicas. Os defensores da prática alegam que a telemedicina apresenta uma série de benefícios em relação à medicina tradicional, como a ampliação do contato entre médico e paciente, a agilidade e qualidade dos laudos emitidos e a facilidade de realização de exames.

Entretanto, há profissionais que acreditam que a prática pode ser perigosa, dependendo do contexto e das atividades realizadas, já que a telemedicina pode ser empregada em diversas modalidades, como consultas online, leitura de exames, conversa com os médicos, cirurgia à distância, entre outras. O dr. Silvio Benatti é um dos críticos de determinados usos dessa estratégia.

“Para mim, não poderia haver a teleconsulta com paciente, pois você perde o contato físico, aquele olho no olho real, além de gerar um pobre exame físico. Esse é o principal ponto negativo. Contudo, acredito que os outros aspectos da telemedicina vieram para somar e auxiliar no diagnóstico e tratamento dos pacientes. Por exemplo, eu utilizo, há bastante tempo, a teleducação e a teleassistência. Participo de cursos online, realizo discussão de casos com outros médicos e auxilio na interpretação de exames que não são específicos da área”, pondera o médico.

 Regulamentação da telemedicina

No início deste ano, o Conselho Federal de Medicina (CFM) criou uma nova regulamentação a respeito da telemedicina. O documento definia limites e exigências prévias para o uso desse método. Entretanto, entidades contrárias à prática da telemedicina alegaram que não foram escutadas, o que levou à revogação do documento. Mas isso não significou a proibição da telemedicina no Brasil, pois, desde 2002, há uma norma vigente, considerada obsoleta por alguns profissionais, que apresenta diretrizes para a aplicação da prática.

Diante disso, o médico Sílvio Benatti explica a necessidade de uma legislação que abarque todos os benefícios e possíveis prejuízos causado pela prática. “Deve-se regulamentar para que todos falem a mesma língua, para saber o que se pode fazer ou não, e estar dentro da lei e da ética com os pacientes e profissionais que estão envolvidos no caso”, finaliza.

E você? O que pensa sobre a telemedicina? Deixe suas opiniões sobre o assunto para que possamos enriquecer o debate. Acompanhe nosso blog para se informar sobre outros assuntos e ficar por dentro as novidades!